Cotidiano

A poesia, o verbo, a saudade

Posted on: fevereiro 17, 2007

Sinto falta do tempo que escrevia tão mais e melhor. Algumas coisas se enferrujam e é difícil superar a corrosão, suportar o barulho do ferro raspando sofregamente até que tudo se azeite, ajeite e enfeite de novo os meus próprios olhos, o sorriso dos meus lábios diante das palavrinhas, todas minhas, enfileiradas do jeito que eu gosto. Fazendo ritmo, fazendo reflexo, nesse compasso egoísta de retratar só para mim o que só eu vejo. Para os outros são outras imagens, outras dessas perigosas viagens que se faz para dentro de si.

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