Cotidiano

Archive for the ‘Palavras’ Category

dearfuturemesmallEsse site oferece um serviço de envio de email para voce mesmo no futuro. Pode ser usado para coisas práticas, como lembrar de compromissos e datas importantes (vou indicar para meu namorado lembrar nosso aniversário de namoro) ou simplesmente, para brincar de Back to the Future. Recomendo para enviar conselhos a si mesmo, lembrando de coisas idiotas que sempre repetimos de tempos em tempos.

É possível ver mensagens de outras pessoas e escolher se voce quer que as suas apareçam ou sejam enviadas só para voce.

Receberei minha primeira mensagem em 17/04/2010.
Em um ano escreverei novamente sobre.

Benzinho, eu te adoro. Mas sem “propriedades”. E o Renan, sim, é um dos amores. Só que amigo, irmão…e que veio antes de você.

O Ramon é amor de namorado.

Ficou claro?

(Ramon, o namorado, solicitou esclarecimentos em relação ao post “Cirque, Virada, Miss Saigon…” Claro, que tudo isso é brincadeira e que não existem “propriedades” ou necessidade de esclarecimentos entre nós)

disse muito. Vários posts…

Sorte de hoje: Aguarde para breve momentos emocionantes.

Então tá. Estou aguardando.

Além de Ni!, disseram isso: Everyday people
Eu faço praticamente todas as coisas que ela cita. Eu só não:
-cito Seinfield (porque eu nunca assisti) e a Praça é a nossa;
-tomo ecstasy achando que é aspirina (não tomo nem ecstasy, nem aspirina, só dipirona e pepsamar);
-uso camisa dos Beatles (porque não tenho…queria aquela do Help)

Todo o resto, eu faço.

“Nature has a funny way of breaking what does not bend”.

É. Concordo. Pena que em muitas situações, só se pode olhar as coisas naturalmente acontecendo. Talvez seja melhor assim: a gente rodando e a roda-viva levando. Ao mesmo tempo. Ou alternadamente. Em algum equilíbrio incompreensível qualquer. Mas em equilíbrio.

Antes era mais fácil escrever. Queria recuperar meu impulso adolescente de escrever duas horas por dia, mas são horas que não tenho mais. Apesar desse efeito colateral, é muito bom tê-las (as horas todas) tão ocupadas.

Aí vem as mesmas histórias de sempre: tanta coisa que muda, aquele tanto que fica e ainda sem a definição do lugar de cada um. Mas tenho sido mais leve, mais resistente, mais resignada às minhas idiossincrasias e tenho tido um pouco mais de sorte (ou a percebido mais).

E o que não muda: a ansiedade devido a assuntos pendentes. Mas o assunto agora é outro.


Enquanto isso no Twitter…

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