Cotidiano

Archive for the ‘Stuck’ Category

A minha disciplina em escrever blogs já se foi há muito, mas continuo tentando. Tentei escrever um blog sobre o intercâmbio, fail. Tentei manter este, fail. (até que escrevi um pouquinho). O twitter até que tá indo, mas eu queria bloooog, com posts grandes, fotos, citações, títulos, tags, widgets…Há alguns rascunhos que fiz quando ainda estava em Córdoba, tentarei publicar. Mas…queria era fazer um blog novo. Queria voltar a ter paciência de editar o html do blog e tudo. Gosto do wordpress, mas limita totalmente a edição…
Enfim, quero voltar a ter uma vidinha virtual. Gosto.

Sem escrever, por nao ter o que dizer. Nem aqui lá. No meio do caminho.

Esses dias vi uma reportagem sobre obesidade e, dentre outras coisas, comentou-se sobre o risco de ser barrigudo(a). A barriga grande pode revelar que há gordura visceral e esta é a mais perigosa. Como diz o nome, fica entre as vísceras.
Aí eu fiquei imaginando – já que adquiri uma certa barriga nos últimos tempos – o meu fígado envolto por gordura, quase no ponto para fazer um foie gras. Ou melhor, um foie beille* (belha em francês). Que medo!

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Quando começo a querer alisar o cabelo, é porque a coisa está grave.

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O que fazer enquanto espera?

Espera mais um pouco?

Ansiosa, muito ansiosa. Repetitivamente ansiosa.

 

E depois feriado nacional e feriado pessoal. Espero comemorar tudo.

Parece que nos veremos amanhã. Digo parece porque não acertamos de outras vezes.

E como será quando nos vermos? Será que nos reconheceremos? E será que diremos as palavras certas para todos os erros? Elas existem?

E se realmente tiver sido tudo um erro? Acertamos em alguma coisa? Erramos em quê? Acertamos ou erramos? É possível que tenha sido certo algo que não durou pra sempre? Eu achava que o certo era isso. Não foi. Então, erramos tudo?

Existe conexão para tantos fragmentos, para este texto mal escrito, sem conclusão? Poderei, ao final, dizer: enfim, separados? Teremos mais perdas ou mais ganhos? Ainda riremos das coisas das quais achávamos que riríamos no futuro? Olharemos para algo com saudade, com ternura? Ou nada de fato aconteceu? Tornou-se tudo vício? O que sobrará?

E se depois dessa conversa tudo se tornar friamente simples? Se polarizarmos tudo e o texto moderno se fizer parnasiano, racional, métrico? Você tem medo que isso aconteça? Sinto que não se esforça para colocar nada no lugar. Se o fizermos, o que sobrará?

Devemos fazê-lo. Espero que de fato queira. Eu e você. Então veremos o que sobrará, o que sobrou. Teremos a resposta para o estribilho.

“I could swallow the moon”.

Deve haver uma razão.

Depois de meses sem escrever nada e alguns outros sem escrever nada lógico, volto nesta noite, um pouco fria, mas nem tanto, com sono, mas nem tanto e inquieta, um certo tanto.

Restless…porque há coisas que quanto mais antigas, mais me exaurem.

É a velha mania de querer explicação para tudo. Ainda morro disso.

Tenho sonhado coisas estranhas. É tudo inquietação.


Enquanto isso no Twitter…

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