Cotidiano

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A minha disciplina em escrever blogs já se foi há muito, mas continuo tentando. Tentei escrever um blog sobre o intercâmbio, fail. Tentei manter este, fail. (até que escrevi um pouquinho). O twitter até que tá indo, mas eu queria bloooog, com posts grandes, fotos, citações, títulos, tags, widgets…Há alguns rascunhos que fiz quando ainda estava em Córdoba, tentarei publicar. Mas…queria era fazer um blog novo. Queria voltar a ter paciência de editar o html do blog e tudo. Gosto do wordpress, mas limita totalmente a edição…
Enfim, quero voltar a ter uma vidinha virtual. Gosto.

mini143
Desde que dei um cartão da Pucca para o meu mozinho (pelo aniversário de 1 ano de namoro mini129) tenho olhado coisinhas dela e falado óóóóhhhmm. Hoje passei em frente a uma papelaria e tinha uma parte da vitrine só de coisas (caríssimas) da bonequinha.
Acabei esbarrando hoje aqui, de onde tirei esse gifs que estão pulando neste post.
mini33
Tem vários gráficos para ponto-de-cruz e eu tenho uma mãe que faz todos os tipos de bordado. Ebaaa!
Juro que deu vontade de fazer um layout da Pucca…th_psds1

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O post anterior pareceu melancólico, mas na verdade é muito bom poder escrevê-lo. Tenho orgulho do que fiz da minha vida. Imagino como seria se tivesse 13 ou 14 anos e alguém contasse como é a minha vida hoje para mim adolescente, sem dizer que esse seria o meu futuro.

Ela tem o cabelo curto, meio bagunçado, loiro e enrolado, de um jeito diferente. Não se vê muitas pessoas com esse tipo de cabelo. É bem original. Mesmo no lugar onde ela mora, onde há pessoas dos mais variados estilos, nacionalidades e culturas. Então, ela mora na USP. Estuda Letras lá. Estuda na USP porque escolheu, já que também foi aprovada na Unesp e na Unicamp.
Já trabalhou em um banco. Deixou porque ela não faz parte desse mundo, mas fez amizades incríveis lá. Agora ela dá aula de inglês. Nessa transição toda, o namorado a apoiou incondicionalmente e a fez muito feliz nesse 1 ano e pouco que eles estão juntos. Ela parou de dar aulas esse ano porque conseguiu uma bolsa para estudar fora. Imagine, hoje você adoraria ganhar na loteria para poder pagar um intercâmbio. Mas ela não, ela foi contemplada com uma bolsa. Por mérito, não porque os pais pagaram. E não é para fazer um cursinho de idiomas para estrangeiros qualquer, é para estudar em uma universidade. Que tem 400 anos, aliás. Em uma cidade que cresceu ao redor na universidade e, por isso, respira cultura. Agora ela está ansiosa pela viagem e tem muitos planos para quando voltar ao Brasil. Imagine falar três línguas! E no próximo ano, se tudo der certo, ela começará a estudar francês. Você sempre quis ser poliglota. Para ela, só falta uma língua. Deve ser muito bom ser ela, com todas essas conquistas e oportunidades – as que já vieram e ela aproveitou e das muitas que virão, por conseqüência.

Eu imaginava coisas incríveis que eu seria quando crescesse. Eram trajetórias fantásticas que sempre incluíam estudos e viagens relacionadas a estudo ou trabalho. Foram boas histórias, mas, definitivamente, a vida criou uma forma insuperável.

Ontem – ou hoje, sei lá – não conseguia dormir. Primeiro, a cabeça doía. Depois, tive enjôo (será que ainda tem esse acento? whatever). Entrei no internet banking e paguei o cartão de crédito que já havia pago na semana passada. Ainda bem que o valor era pequeno, apesar de que na atual situação – sou uma pessoa economicamente desativada – qualquer valor é significativo. Já que tinha créditos para comprar anyway, fui ao mercado.

Há alguns dias, sonhei que tinha ido ao mercado. Foi daqueles sonhos que refletem desejo. Uma das coisas que mais gosto de fazer é ir ao mercado, principalmente sozinha. Não sei se é pela sensação de ser adulta, afinal ir ao mercado é uma obrigação que não existe até que você more sozinha, ou se é pelo fato deste ser um consumo sem culpas, já que comprar comida é uma necessidade vital. Enfim, adoro ir ao mercado. E adoro essa coisa da sacolinha reutilizável. É muito mais prático do que aquelas sacolinhas de plástico irritantes e frágeis.

Sinto falta da minha casa. De ir no Carrefour do Eldorado, de trabalhar, de chegar em casa do trabalho, de ouvir o barulho da marginal à noite, da cidade enorme.
Sim, estou homesick na minha cidade natal e na casa onde morei por 22 anos.
Isn’t it ironic?
É porque a minha vida mudou de lugar.

de Alonso de Ercilla.

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