Cotidiano

Posts Tagged ‘Música

…verei o show da minha banda favorita: Oasis. O primeiro, em 1998, vi em Sao Paulo. O segundo, verei em Buenos Aires. Perfecto!
Verificarei o mito “a platéia brasileira é a melhor do mundo”. Sempre achei duvidoso esse ufanismo de que só o povo brasileiro sabe celebrar. É bem improvável que uma multidao assistindo Oasis – ou de qualquer outra banda, afinal só estará ali quem realmente gosta – seja uma platéia morna, em qualquer lugar que seja.
Mas isso nao importa. O importante é que verei Oasis, conhecerei Buenos Aires e, com sorte, trombarei com a alguma praia. Nao que eu seja praiera, guerreira, solteira, eira, eira, ôôô…mas é bom ver o mar, de onde disto 700 km agora.
Maaad fer it!!!

“Saí à toa nessa madrugada
Sem saber porquê
A noite daqui é tão linda e me faz me perder
Penso num belo horizonte em poder te ver
Sei que eu não tenho mais nada a perder

Meu carro que não quer mais andar
Essa noite que não quer terminar
Onde está você meu amor?
Eu preciso de um pouco de calor

Saí à toa nessa madrugada
Sem saber porquê
A noite daqui é tão linda e me faz me perder
Penso num belo horizonte em poder te ver
Sei que eu não tenho mais nada a perder
Se eu não tenho mais nada a perder
No meu peito eu tenho você
É nessa estrada que eu quero estar
Eu quero o dia, a noite e o mar e cantar

Meu carro que não quer mais andar
Essa noite que não quer terminar
Onde está você meu amor?
Eu preciso de um pouco de calor”
(Dan Nakagawa na voz de Ney Matogrosso)

Te amo.

Ia escutar apenas uma música. Já está na quarta…as much as I definitely enjoy solitude, I wouldn’t mind perhaaaps spend a little time with you…sometimes.some.ti.mes.

Lottery or car crash?

And so on…

Organizar minhas músicas preferidas. É uma boa mini-resolução. Faz anos que penso em fazer.

Acho muito determinante o que somos na adolescência. Algumas coisas vêem da infância, mas o que define quem seremos para sempre é a adolescência. A fase adulta ensina sobre atitudes e adequação. Mas personalidade e como nos sentimos em relação ao mundo, é definido nos teen years.
Pensei isso esses dias, por várias razões metafísicas e por uma razão simples: uma letra de música no orkut da Julie. Hand in my pocket.
Ainda reverbera tanto. E não há nada mais teen years para nós – tríade – do que Alanis.

I’m broke but I’m happy
I’m poor but I’m kind
I’m short but I’m healthy, yeah
I’m high but I’m grounded
I’m sane but I’m overwhelmed
I’m lost but I’m hopeful baby
I feel drunk but I’m sober
I’m young and I’m underpaid
I’m tired but I’m working, yeah
I care but I’m restless
I’m here but I’m really gone
I’m wrong and I’m sorry baby
I’m free but I’m focused
I’m green but I’m wise
I’m hard but I’m friendly baby
I’m sad but I’m laughing
I’m brave but I’m chicken shit
I’m sick but I’m pretty baby
And what it all comes down to?
Is that I haven’t got it all figured out just yet
Cos I’ve got one hand in my pocket
And the other one is hailing a taxi cab…


Enquanto isso no Twitter…

del.icio.us